Juíza diz que havia outro DNA na casa de promotor

By | 11/02/2015

Buenos Aires. Mais uma reviravolta no caso que apura a misteriosa morte do promotor argentino Alberto Nisman. A juíza Fabiana Palmaghini, que analisa o caso, divulgou um comunicado ontem, informando que exames revelaram vestígios da presença de uma outra pessoa no apartamento do promotor, encontrado morto no banheiro de sua casa no mês passado.

A versão contradiz o exame divulgado pela Promotoria nos dias que se seguiram à morte do promotor, que informava que não haviam sido encontrados outros DNAs. A juíza mandou a promotoria colher material para saber se o DNA encontrado coincide com o de Diego Lagomarsino, técnico de informática que admitiu ter emprestado a arma a Nisman no dia anterior à sua morte. Segundo fontes ouvidas pelo "La Nación", outras pessoas que estiveram no apartamento de Nisman podem ser chamadas a fazer o exame.

O promotor foi encontrado morto na noite de 18 de janeiro por sua mãe, que entrou no apartamento com a ajuda de um chaveiro. Outro que esteve no local foi o secretário de Segurança do governo de Cristina Kirchner, Sergio Berni.

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