Itaúsa lucra R$ 2,375 bi no 4º trimestre de 2014

By | 10/02/2015
Itaúsa (Foto: Divulgação)

A Itaúsa, conglomerado que reúne Duratex, Elekeiroz, Itaútec e Itaú, apresenta lucro líquido consolidado no quarto trimestre de R$ 2,375 bilhões, cifra 30,6% maior que no mesmo intervalo de 2013. A companhia também reportou lucro líquido individual, de R$ 2,318 bilhões, 30,5% maior que na mesma comparação. No critério individual recorrente, por sua vez, o resultado é de R$ 2,111 bilhões, 14,5% acima do terceiro trimestre de 2013.

Como holding, a Itaúsa tem seu resultado composto basicamente pelo Resultado de Equivalência Patrimonial, apurado a partir do resultado de suas controladas. O montante chegou a R$ 2,111 bilhões de outubro a dezembro do ano passado, 13,7% acima do quarto trimestre de 2013. 2014

De janeiro a dezembro de 2014, o lucro líquido apurado pelo conglomerado foi de R$ 8,161 bilhões, uma alta de 35,6% na comparação com igual período do ano anterior. No ano, o resultado de equivalência patrimonial totalizou R$ 7,764 bilhões, crescimento de 24,7% ante 2013. Em 2014, os ativos totais somaram R$ 48,594 bilhões, 15,9% superior a 2013. Já as receitas operacionais subiram 15,9%, para R$ 12,929 bilhões. A rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido médio foi de 21,1%, maior que a de 17,6% de janeiro a dezembro de 2014.

Dividendos adicionais
A Itaúsa anunciou aos acionistas dividendos adicionais referentes ao exercício de 2014 e faz chamada de capital para subscrição privada no montante de R$ 300 milhões. No dia 26/02 o conglomerado pagará, além dos juros sobre capital já divulgados de R$ 0,030260 por ação (líquido), com base na posição acionária de 19/12/2014, proventos adicionais com base na posição final desta terça-feira (10/02), data em que divulga seu balanço de 2014.

Os proventos referentes aos resultados de 2014 representam 32,44% do lucro líquido ajustado do exercício. Serão juros sobre capital complementares de R$ 0,148002 por ação, líquidos, e a primeira parcela dos dividendos de R$ 0,091600 por ação, no valor de R$ 0,041900 por ação.

A segunda parcela será paga em 31 de março, no valor de R$ 0,049700 por ação, de modo que essa importância possa ser utilizada para integralização das ações que vierem a ser subscritas na chamada de capital.

Subscrição privada
O aumento de capital será por subscrição privada, com o objetivo de reforço do capital de giro e manutenção de nível de liquidez. Serão emitidas 44.776.120 novas ações, das quais 17.210.555 ordinárias e 27.565.565 preferenciais, ao preço de R$ 6,70 cada, também com posição acionária válida de hoje.

O prazo para o direito de preferência é de 24/02 a 25/03, na proporção de 0,73402663% sobre as ações da mesma espécie detidas. As ações subscritas deverão ser integralizadas no ato da subscrição, em dinheiro ou mediante compensação de créditos originários da segunda parcela dos dividendos adicionais. As eventuais sobras de ações terão rateios nas seguintes datas: 01/04 e o 2º, 10/04.

Revista Época Negócios