Investidor em renda fixa teve dinheiro protegido

By | 04/01/2016

Quem atravessou 2015 com o dinheiro na renda fixa, em aplicações que rendem juros pós-fixados atrelados à variação da taxa básica de juros, Selic, enfrentou o ano de crise política e econômica relativamente protegido contra as turbulências e a inflação. Com a Selic em trajetória contínua de alta, para fechar 2015 em 14,25%, o ano que passou só não foi melhor para aplicações mais conservadoras porque a inflação não deu trégua.

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A taxa Selic, que remunera títulos com juros pós-fixados da dívida pública federal, como a Letra Financeira do Tesouro (LFT), baliza a formação do juro privado, chamado DI, como o do Certificado de Depósito Bancário (CDB), no mercado de investimentos. A rentabilidade nominal média das aplicações atreladas ao juro DI em 2015 ficou em torno de 13,20%.

Alento em 2016

O ano novo começa com perspectivas pouco mais alentadora para quem investe em renda fixa. A ideia de analistas é que os juros podem subir mais um pouco e a expectativa é que a inflação, embora ainda alta, corra em um canal mais baixo que em 2015.

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