Apoio à energia solar deve ser incisivo

By | 13/06/2015

O presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Marcos Holanda, defende que o governo federal seja mais incisivo no apoio ao uso de energia solar, ampliando as linhas de financiamento. "A viabilidade dela (da energia) é uma questão mais presente na sociedade. E o Banco não foi totalmente excluído. Ainda podemos financiar projetos nessa área, desde que seja para consumo próprio, com algum percentual que pode ser revendido", destaca.

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Desde o fim de 2011, as operações de crédito ligadas a energias renováveis – com destaque para a eólica – passaram a ser concentradas no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). "Isso é basicamente uma reflexão em torno no atual contexto. A energia solar pode ser um fato novo, em larga escala, tanto para o consumo industrial quanto para o residencial", acrescenta.

Sobre as dívidas rurais no Nordeste, Holanda reconhece que o ajuste fiscal no País dificulta o processo de renegociação dos débitos. A seca prolongada na Região, aponta, gera uma maior demanda dos agricultores. "Mas o papel do BNB é apenas de executar uma legislação que vem basicamente do Ministério da Fazenda, e não comandar o processo de decisões nessa área". (RS)

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